Areia em pó de ouro Plantas de caxemira Rochas de ferro enferrujado Terras do sudoeste Do homem antigo À luxúria real espanhola Penhascos e cúpulas E pedras ardentes Por toda a reserva O chá selvagem cresce No Navajo Para pintar a população Peras espinhosas Em pêlos de cactos Doce âmbar, vermelho e rosa O desfiladeiro é nu Sob o brilho De matizes que se justapõem Bronze como filme O néctar derrama Na terra quieta Colinas de topo plano Moinhos de energia eólica A era do homem moderno Creme de pedregulhos Especiarias e cafeína Tons que nunca desaparecem Córregos do deserto Em sonhos de chuva Com cascatas azuis e verdes Raios do sol Como a tangerina A interestadual solitária Flui com velocidade Assim como a brisa No estado dourado Árvores de Josué Com folhas verdes pálidas Majestosamente grotescas Elas me acolhem E agora eu respiro As cores do oeste.
Foto de Dulcey Lima no Unsplash
areia dourada
plantas de caxemira
Rochas de ferrugem
terras do sudoeste
Do homem antigo
Para a real luxúria espanhola
Penhascos e cúpulas
E pedras de fogo
Durante toda a reserva
O chá selvagem cresce
em navajo
Para pintar a população
Peras espinhosas
Em pêlos de cacto
Doce âmbar, vermelho e rosa
O canyon está nu
Sob o brilho
De matizes que se justapõem
filme tipo bronze
O néctar derrama
Na terra tranquila
Colinas de topo plano
Moinhos de energia eólica
A era do homem moderno
Boulders creme
Especiarias e cafeína
Tons que nunca desaparecem
córregos do deserto
Em sonhos de chuva
De cascatas azuis e verdes
raios do sol
como tangerina
A interestadual solitária
Fluxo com velocidade
Assim como a brisa
No estado dourado
Árvores de Josué
Com folhas verdes pálidas
Majestosamente grotesco
Eles me acolhem
E agora eu respiro
As cores do oeste