O brilho

Apr 20 2023
Um poema sobre o luto pela morte de um ente querido
Eu vejo o que eu anseio nas charnecas estéreis Aqueles que se deleitam ao ceder vidas gratasDê a escolha de peneirar a dor como aluviãoPara colher almas, mas para arrastar algumas para o HadesMas eu desejo me juntar ao meu amor nos céus abençoados E assim, Lanço a realidade como a agulha de um metrônomo Quando a melancolia começa a criar raízes; para lá e para cá Antes que a metástase do desânimo me transforme em uma boneca No abraço excitante do desconforto e do platô Meu amor e eu nos encontraremos novamente, mas pode demorar muito Ele não está comigo no meu submundo, é o teste do amor As foices feiticeiras, elas provocarão o amor eu suspeiteiEles que crescem para reduzir o esplendor do amor duroFaça a contrição tomar conta, agora como dobras de passasEnquanto espero pela manhã quando verei o brilhoQuando encontrarei solidariedade em viver sem meu namorado.
Foto de Donovan Reeves no Unsplash

Eu vejo o que eu anseio nas charnecas estéreis
Aqueles que se deleitam ao ceder vidas gratas
Dá a escolha de peneirar a dor como aluvião
Para colher almas, mas para arrastar algumas para o Hades
Mas eu desejo me juntar ao meu amor nos céus abençoados

E assim, lanço a realidade como a agulha de um metrônomo
Quando a melancolia começa a criar raízes; para lá e para cá
Antes que a metástase do desânimo me transforme em uma boneca
No abraço excitante do desconforto e do platô
Meu amor e eu nos encontraremos novamente, mas pode demorar muito

Ele não está comigo no meu submundo, é o teste do amor
As foices feiticeiras, eles vão provocar o amor que eu suspeitei
Eles que crescem para talhar o esplendor do amor duro
Fazem a contrição tomar conta da mente, agora como dobras de passas
Enquanto eu espero pela manhã quando verei o brilho
Quando encontrarei solidariedade em viver sem meu amor